domingo, 14 de junho de 2015

palmada

·       Agredir nem sempre é a única solução. Isto é um fato. Mas claro,se uma pessoa tem diversos diálogos com a criança e ainda assim ela não obedece e desrespeita o responsável,bater é mesmo desnecessário? Se formos pensar assim,vamos deixar nossos assassinos soltos,já que esses não aceitaram um dialogo. Vamos deixar a corrupção rolar solta,já que esses políticos corruptos não aceitaram um dialogo. Existem sim,muitas crianças que apanham sem necessidade,mas vocês realmente acham que essas pararam de apanhar por conta de uma mera lei? Os ignorantes não correm atrás do saber.

·       Ao levar o filho para a praia ou para uma piscina, os pais estão conscientemente aumentando o risco de morte da criança. Mesmo assim, julgam que a diversão daquele momento justifica o risco.  Ao levar o filho para a casa da avó pra passar a noite, os pais voluntariamente aumentam as chances de o filho morrer ou de ter sequelas pela vida toda (ao colocá-lo num carro) para que possam desfrutar uma noite a dois.  É tão horrível assim?  Não.  É natural.Pequenos riscos e danos fazem parte da vida, e podem ser justificados por ganhos significativos em outras áreas. Da mesma forma, manter a paz no presente pode justificar um microaumento da probabilidade de que o filho arrume briga no parquinho.

·       O conteúdo da famosa lei da palmada é só o começo dos problemas.  É preciso implementar a proibição.  E como é que a Justiça vai descobrir se a palmada ainda vigora nos lares?  A princípio, é mais uma lei que não pegará.Ou será que o estado vai levá-la a sério?  Nesse caso, e na ausência de Fiscais da Família visitando-nos toda semana pra interrogar as crianças (ainda é cedo pra isso — quem sabe em 2050), a única saída é estimular a cultura da delação. Mas me digam, o que será pior para uma criança: levar uma palmada no bumbum ou ser tirada à força de seus pais, dada aos cuidados da Assistência Social, ir e vir a tribunais familiares, e ser repassada a uma nova família?

·       Dados científicos sobre a consequência das palmadas nos pimpolhos são inconsistentes. Muitos estudos levam em conta apenas as punições abusivas e não as simples palmadinhas, e em uma frequência alta. Pesquisas feitas na Nova Zelândia indicam que não há consequências negativas para crianças educadas com castigos físicos moderados.E claro,não podemos encerrar sem saber o que a Biblia acha disso. Provérbio 23,versículo 13. Não hesites em disciplinar a criança; ainda que precises corrigi-la com a vara, ela não morrerá.

·        



Nenhum comentário:

Postar um comentário